A morte do e-mail marketing já foi anunciada muitas vezes. Alguns diziam que ele seria substituído pelas mídias sociais, outros que logo todo mundo cansaria de receber tantos e-mails e pararia de lê-los automaticamente.

imagem 3Relativamente antigo, se comparado com outras ferramentas do marketing, sua “idade” é o grande culpado dessa morte supracitada. São muitos anos de mau uso da ferramenta, são muitas as estratégias equivocadas que viram spam.

 

Modelo gasto?

Caracterizado como uma mídia direta, barata e de grande eficiência, o e-mail marketing tem um potencial de impacto enorme no destinatário. Utilizando como abordagem um modelo estratégico moldado aos seus objetivos, ele pode ser simplesmente informativo, possuir um conteúdo voltado apenas para venda, servir como divulgação de eventos entre outras (muitas) finalidades.

Quando a estratégia é bem pensada, o e-mail marketing pode se transformar no canal mais eficiente para converter ou fidelizar clientes. Dessa forma, a ferramenta assume um importante papel na estratégia.

Essencial na distribuição de conteúdo e na captação de leads, o e-mail marketing também pode ser usado no trabalho de manutenção desse público de forma eficaz, distribuindo conteúdos relevantes até o momento que esse lead está pronto para usar o seu serviço ou comprar seu produto. Este trabalho de maturação de leads é típico no inbound marketing e no marketing de conteúdo.

 

Um estudo publicado pelo HubSpot Brasil em formato de infográfico, apresentou dados interessantes sobre a performance de um e-mail marketing de sucesso, por exemplo: “o assunto é a primeira impressão que você passa aos seus leitores, deixe-o curto e personalizado.”

Também é preciso considerar que:
– “Segredo” é a palavra que mais gera cliques quando presente no assunto do e-mail
– 33% dos receptores abrem e-mails baseando no assunto
– Campanhas de e-mail são 40 vezes mais efetivas em conquistar novos clientes que ações no Facebook e Twitter

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Os mitos de que e-mail marketing não funciona, ou então de que a ferramenta só serve para vender, tem caído por terra há tempos.

Entre as más práticas que prejudicam o uso da ferramenta, podemos citar três:
– Compra de lista de e-mails: muitos endereços são inválidos e podem nem se encaixar no público-alvo.
– Falta de segmentação: direcionar a mensagem para o público que se busca atingir.
– Muito e-mail: o exagero de disparos nunca é benéfico e incentiva o descadastramento ou a simples não abertura de e-mails.

 

Como saber se sua estratégia é eficiente?

imagem 2A mensuração de dados do serviço de disparos de e-mail marketing é a melhor maneira de saber o que funciona e o que não funciona em uma campanha. Os relatórios trazem quantos e-mails foram abertos e quais links foram clicados. É por meio desses números que é possível ajustar o conteúdo e lançar estratégias mais eficazes.

Mensagens sem relevância ou enviadas sem consentimento, HTML com problemas e outros erros cometidos criam campanhas consideradas como “spam” pelos provedores de Internet, comprometendo toda sua estratégia e entregabilidade. Por outro lado, disparos com endereços válidos, destinatários que optaram por receber as novidades e certificação de legitimidade do canal de contato são pontos positivos, que aumentam a taxa de abertura.

A potencial combinação entre grande alcance, baixo custo de implementação, assertividade da mensagem e retorno imediato torna o e-mail marketing uma excelente ferramenta para alcançar diversos objetivos de comunicação. E você, já incluiu e-mail marketing na sua estratégia?