Ex-diretor de mídias sociais da Prefeitura de Curitiba e criador da famosa capivara junta forças com a Aldeia 

Situado no coração de Curitiba, o Maneko’s é o boteco mais autêntico da cidade e cenário de grandes tramas e conspirações do público fiel de jornalistas, advogados, políticos e, ocasionalmente, famintos trabalhadores da comunicação digital. Se é verdade que seu parmegiana não conhece insatisfeitos, também é fato que seu consumo coletivo abre espaço a ótimas ideias entre uma garfada e outra. Uma delas, elaborada ao longo de meses de reflexão, foi sobre a tendência da internalização de núcleos de marketing digital nas empresas, seus riscos e potencialidades. Seria possível criar um modelo que apoiasse essa nova configuração e trouxesse mais poder e inovação às marcas? Que tipo de framework metodológico apoiaria esse modelo?

As marcas estão fortalecendo suas equipes internas de marketing digital e isso pode ser muito bom

Contratação externa de agências ou criação de uma equipe interna – as famosas houses – qual é o melhor modelo? Muitas organizações alternam as duas opções, criando e dissolvendo núcleos internos. Há vantagens e desvantagens em cada escolha: por um lado, a contratação externa abre espaço para mais inovação, pois a agência tem contato com clientes de vários segmentos e a polinização cruzada entre as referências amplia consideravelmente o potencial criativo. Contudo, nem sempre o fluxo de atualização de informações entre cliente e agência ocorre na velocidade em que as mudanças ocorrem no cliente, o que pode gerar defasagem entre uma novidade e sua postagem nas redes sociais, por exemplo. Já o modelo in-house traz comodidade para a marca, pois seus recursos estão sob o mesmo teto e o fluxo de informações tende a ser mais intenso. Contudo, esse modelo traz barreiras potenciais à inovação, pois o modelo mental da organização nem sempre é refrescado por influências externas – exatamente o tipo de input que favorece a criatividade.

Um modelo integrado, pensado por gente dos dois lados do balcão

Foi nessa aparente contradição que enxergamos uma oportunidade de criar um modelo que potencialize as equipes internas. Nos últimos anos, a Aldeia tem desenvolvido consultorias e planejamento estratégico digital para marcas como Sebrae-RS, Sulgás, Senar-RS, FAURGS e D’Linea, além de planejar e operar as presenças digitais de marcas como Colcci, Forum, Dell Anno, Boulevard Shopping e Hospital Mãe de Deus, dentre outras. A chegada do Álvaro Borba ao time de projeto estratégico da Aldeia trouxe uma visão preciosa sobre como compor e gerenciar uma equipe interna de alta performance em redes sociais, do outro lado do balcão. Ninguém melhor, afinal, que o diretor de mídias sociais de um dos maiores cases brasileiros de social media – a Prefs de Curitiba – para auxiliar as marcas a comporem seus times internos e potencializarem suas estratégias em redes sociais.

O novo modelo de trabalho já está em andamento e tem seus primeiros clientes operando a partir do planejamento integrado, que inclui o projeto estratégico de redes sociais, plano de mídia para impulsionamento, montagem do time interno de redes sociais e mentoria das equipes.

Trajetórias híbridas a favor da inovação

Jornalista de formação, com uma carreira de experiências em rádio, TV e revistas, Álvaro Borba assumiu o comando das mídias sociais da Prefeitura de Curitiba com um currículo um tanto improvável e, por isso mesmo, interessante. O ex-editor chefe da TV Bandeirantes, chefe de reportagem e âncora na CBN lançou mão de sua sensibilidade para compreender os mecanismos por trás do binário entre a necessidade comunicativa de uma organização e os gatilhos do engajamento com o público. Pitadas de Ciência Política, oriundas do mestrado então em curso, trouxeram mais profundidade para entender as engrenagens do engajamento ao redor de uma mensagem.

A Aldeia conta com 21 anos de experiência no planejamento e operação de presenças digitais de marcas de setores diversos: indústria, varejo, moda, serviços, governo e terceiro setor. Com especialistas de origens e backgrounds diferentes, trazemos os olhares da arquitetura, publicidade, design estratégico, urbanismo, jornalismo, desenvolvimento, ciência de dados e, claro, gestão para mesa ao projetarmos as presenças digitais de nossos clientes. Nosso modelo de trabalha usa o design thinking para favorecer a colaboração entre agência e cliente. Para nós, é natural levarmos esse conhecimento para dentro das empresas, ampliando o poder dos núcleos de marketing.

E a capivara?

Ícone da gestão de redes sociais da Prefeitura de Curitiba consagrada pelo público, a capivara nasceu em um post e, a partir do grande engajamento gerado, ganhou progressivamente espaço na pauta. O simpático roedor, habitué do Parque Barigui na gelada capital paranaense, tornou-se mascote municipal e transformou-se em toy-art, personagem de campanhas publicitárias e bicho de pelúcia. Trocando em miúdos, foi o olhar sobre a reação do público a um elemento aparentemente aleatório que desencadeou a descoberta de um novo caminho para a relação da prefeitura com os cidadãos.

É essa fagulha que faz parte da nossa proposta: que tipo de elemento ou discurso pode gerar engajamento positivo do seu público? Dentro de que ecossistema de ações esse elemento poderia florescer e prosperar em sua missão? Como podemos aguçar o olhar do time de marketing para identificar suas “capivaras”?

Quer saber mais?

Esse post é realmente curto para um tema tão rico. Acompanhe a gente no Facebook da Aldeia ou agende um Skype com nosso time de negócios em negocios@aldeia.biz.