O Snapchat é um aplicativo de mensagens com base de imagens, criado e desenvolvido por estudantes da Universidade de Stanford. Recentemente foi o foco dos holofotes, depois do vazamento de mais de 200 mil fotos E essa não é a primeira vez que usuários do Snapchat sofreram com o vazamento de informações. Uma vulnerabilidade permitiu que hackers divulgassem dados de 4,6 milhões de usuários do Snapchat em janeiro de 2014.

Apesar de tudo isso, o aplicativo que tem apenas três anos de vida já recusou uma oferta de aquisição do Facebook no final de 2013 de US$ 3 bilhões. E fez bem, porque recentemente foi avaliado em US$ 7 bilhões, depois de atingir a marca de 100 milhões de usuários em todo o mundo, sendo especialmente usado por adolescentes e jovens adultos. Esses números todos são ainda mais impressionantes quando lembramos que o Snapchat ainda não gera receitas.

O Snapchat é agora o terceiro app social mais popular entre os millennials, de acordo com um relatório recente da comScore. A ferramenta tem 32,9% de penetração em celulares dos jovens dos usuários, perdendo apenas para Instagram (43,1%) e Facebook (75,6 %). Isso significa que o aplicativo é mais popular do que Twitter, Pinterest, Vine, Google+ ou Tumblr. A comScore define como “millennials” jovens com idades entre 18 e 34 . A penetração geral do Snapchat entre os usuários de smartphones era apenas de 12,1% em novembro de 2013. Entre os usuários adultos, esse número já chega a 18%.

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Essa é a geração mais ativa de usuários de redes sociais na plataforma mobile e seus hábitos estão preparando o terreno para um comportamento padrão a ser seguido pelas próximas gerações, como Geração Z ou Geração Alpha, formadas por crianças que já nasceram na era do iPad.

Nos Estados Unidos, algumas empresas já estão investimento em ações exclusivas para o Snapchat. A Taco Bell, uma das pioneiras nessa ferramenta, até já lançou produto em primeira mão para os usuários. A Handel´s também desenvolveu uma estratégia que era revertida em desconto na próxima compra. Resultado? Aumento da fidelização e maior aproximação com a marca.

Não tenha dúvidas! Mesmo com as recentes turbulências, o fantasminha é o novo queridinho da galera jovem e já temos vários indícios da profissionalização da ferramenta. E a resposta para a pergunta inicial é: sim, claro e com certeza!

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